Mostrando postagens com marcador depoimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador depoimento. Mostrar todas as postagens

Para os calouros

22 de fev. de 2013

0 comentários
Calouros, bem vindos! Suas vidas acabaram de entrar em uma nova - e muito importante - etapa.
Não faz muito tempo, ouvia isso o tempo inteiro e mesmo assim não tinha a dimensão do que estava por vir.
 Sabe aquela criança que assistia Dragon Ball Z na TV globinho? Pois é, já entrou na facul... E o melhor de tudo: numa facul pública!  ( Viva UEPA! Com todos os problemas, cupins, gatos, ratos... lanches oleosos!...).
O que desejo, do fundo do meu coração, é que vocês tenham toda a sorte e sabedoria do mundo para conseguir gerenciar o que está chegando. Muita coisa boa vem por aí... mas também muita responsabilidade e dor de cabeça.   
 Faculdade não é apenas o curso. Existe um mundo lá dentro, e há tantas coisas que podemos fazer... CASEC, Infocus, cerimoniais, executive... então, engajem-se! Não fiquem passivos, deixando as oportunidades de crescer escapulirem.   
  Para aqueles que querem mesmo o curso, eu digo: Muitas crises vocacionais ocorrerão, mas tem que haver cautela para que não sejamos precipitados e nos arrependamos depois. Já aqueles que estão em estado"probatório", tentem: mergulhem de cabeça no mundo secretarial. Mas se não "rolar", não se desesperem... e corram atrás dos seus cursos dos sonhos... seja ele direito ou biblioteconomia. Ainda somos tão jovens, ainda há tempo. Só não escolham algo que não os deixem felizes.
 Depois de tanto devanear, a única coisa que eu tenho a dizer é: WELCOME! BIEN-VENIDOS! BEM-VINDOS, NOVOS FUTUROS SECRETÁRIOS EXECUTIVOS!
Carina Furtado
Departamento de comunicação e divulgação

Linhas tortas, curso certo

26 de jun. de 2012

1 comentários

 Passei a vida inteira ouvindo que Deus escreve certo por linhas tortas, mas nunca tinha realmente saboreado esse sentimento. Hoje tenho convicção de que tudo o que Ele faz é por um bem maior - não sei ao certo se a palavra a ser usada é "destino".
 Quando não passei no curso que queria como primeira opção, fiquei tão frustrada e chateada por meu esforço ter sido supostamente em vão; por todas as horas diárias de estudo, os intervalos das aulas burlados, o cansaço de matar e todas aquelas informações e conhecimentos que até hoje não sei onde aplicar terem se transformado em tentativas falhas. Era totalmente incoerente alguém que se esforçara tanto não ter êxito - ou no mínimo injusto.
 O dia que passei em secretariado tinha um ar daquelas tardes que tem tudo para dar errado. Depois de tanta decepção com a UFPA, não estava tão confiante - e o pior de tudo era que queria passar. Não só para provar a mim mesma que era capaz, mas por ter uma afinidade genuína com o "trilíngue" e o glamour do curso. Achava lindo. Até hoje acho.
 Depois de tanta unha roída, ter uma overdose de mãe ansiosa e pessoas ligando para saber se podiam correr para o churrasco... eis que sai o listão no rádio. E... não falaram meu nome.
 Tive que recorrer várias vezes a lista que saíra na internet para confirmar que na verdade eu havia passado. De verdade. O radialista apenas falou meu nome errado e quase matou minha mãe do coração. Dramalhão a parte, foi uma das experiências mais cheias de adrenalina que já tive e o acaso mais certo que me aconteceu.
 Agora, olhando para trás, vejo o que perderia se tudo desse certo. É óbvio que reestruturar os planos e conviver com a frustração foi difícil, mas a satisfação e o orgulho de estar onde estou hoje supera isso. Apenas após cair de paraquedas no Secretariado Executivo Trilíngue da UEPA, tive a oportunidade de conhecer, me apaixonar pelo curso e vivê-lo; agarrar cada oportunidade que surge; me desprender dos pré-conceitos em relação ao trabalho dos secretários e criar tanto respeito por eles. Vejo que, na verdade, Deus escreveu certo por linhas tortas sim. Era aqui que eu deveria estar.
 E aqui estou.


Carina Furtado
Departamento de comunicação e divulgação 

HISTÓRIAS QUE O POVO (DE SECRETARIADO) CONTA!

22 de ago. de 2011

2 comentários
Meu nome é Gabriele Francine (ou a Red Wine), também escrevo no blog ameninadocabelocordevinho.blogspot.com e sou estudante do primeiro ano de secreteraiado, também membro do Centro Acadêmico.
Este post talvez faça com que outras pessoas ou membros se disponibilizem mais a escrever aqui. A intenção é contar um pouco sobre a minha experiência profissional como secretária executiva, que não é muito grande, afinal, ainda sou caloura , mas, como muitos outros da turma, comecei a estagiar cedo, e sem experiência alguma ou bem pouca.
Eu estagio no Incra, na Secretária Judiciária (Procuradoria) e sem nenhuma noção de área de Direito consegui o estágio por indicação de uma aluna do quarto ano. É óbvio que fiquei muito feliz, entrei na universidade e encontrei um universo completamente novo. Percebi que eu poderia ser enxergada como uma pessoa responsável, adulta até pela minha idade (18).
Quando fui estagiar, estava morrendo de medo, de dar um passo e talvez errar alguma coisa, e é claro, dei muitas mancadas, mas eu ainda considero que estou aprendendo e isso faz parte do meu crescimento. O mais legal, sendo mais informal e objetiva, é que eu fui estagiar num local, onde somente alunos do terceiro ou quarto anos estagiam e eu consegui sendo apenas do primeiro.
Talvez tenha sido sorte, mas até hoje minha chefa nunca fez entrevista comigo, ela só me pediu pra que eu levasse meus documentos e acelerasse a questão de contrato e declaração com a universidade.
Ainda cometo muitos erros, mas eu cheguei lá e tenho a fama de ser a “super descontraída”, o que é uma característica minha, tentar me dar bem com todo mundo, acredito que isso melhora o dia-a-dia no ambiente de trabalho.
Um fato engraçado é que onde eu trabalho nem todo mundo se dá bem, isso acontece em todo lugar, mas eu sou um instrumento usado lá porque eu ganhei a consideração de todos. Por exemplo, quando é preciso entregar um documento ruim, ou mais um processo pra uma pilha imensa nas mesas dos procuradores, ou uma notícia chata, quase sempre quem faz o “serviço” sou eu, acho que minha chefa pensa que eles não iriam ter coragem de me bater ou gritar comigo, rsrsrs.
A moral dessa história é provar o quanto um bom dia, boa tarde com um sorriso sincero no rosto muda sua forma de ser tratada ou aceita pelas pessoas. Modéstia a parte, eu gosto muito de ouvir os cochichos quando me afasto dizendo: “Nossa! Como essa estagiária é educada.” Ou, “Como ela é engraçadinha!”,niguém me chama de Gabriele, só por Gabi e isso é muito gostoso, rsrsrs, já ouvi tudo isso, e sei como isso muda minha forma de trabalhar, porque trabalho com mais disposição, da mesma forma que a maneira como trato as outras pessoas muda a disposição delas.
Quem não gosta de ouvir uma pergunta com uma entonação sincera de como a pessoa está? A gente se sente querido.E eu sinto que quando eu tiver que lidar com uma situação sensível de trabalho com aquela pessoa, teoricamente vai ser mais fácil, porque ela vai levar nossa relação profissional e amizade em consideração.

Essa é uma das características dos secretários executivos, saber lidar com as diversas situações, ser de verdade algo que possa auxiliar os enclaves diários da empresa ou repartição.
Existem muitas outras características, mas acho melhor outras pessoas falarem sobre elas, aliás todo mundo já tem uma historinha pra contar, rsrsrs.

 

Posts Comments

©2006-2010 ·TNB